27 de janeiro de 2011

PECADO: Separação entre o Homem e Deus

A paz de JESUS!

Como não conseguimos gravar o áudio da última pregação, resolvi transcrevê-la de forma resumida. Leia abaixo ;-)
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Não, não é a mão do Senhor que é incapaz de salvar, nem seu ouvido demasiado surdo para ouvir, são vossos pecados que colocaram uma barreira entre vós e vosso Deus.” Is 59.1-2b

Quando o Homem foi criado (Gn 1.26), havia perfeita comunhão entre criatura e criador. Lemos no livro da Gênesis que o Homem podia contemplar a Deus face a face, Ele mesmo vinha visitá-lo no jardim. Além disso, Deus concedeu ao Homem o livre arbítrio e o domínio sobre toda a terra - até mesmo do fruto da árvore da vida foi-lhe permitido usufruir.

Infelizmente, num momento de egoísmo, o Homem comete seu primeiro pecado comendo o fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Essa é a primeira vez que o Homem se esconde de Deus, mas Ele não fica satisfeito com isso e chama “onde estás?” (Deus sempre nos chama!). Diante disso, Adão responde e confessa seu erro, acusando a mulher de tê-lo induzido.

Muitas vezes tentamos justificar nossos erros acusando pessoas, tradições ou o senso comum, de terem nos induzido. Mas Deus, que nos dá as “palavras de vida eterna” (Jo 6.68), exige que as cumpramos individualmente, colocando a Sua vontade acima de tudo que nos cerca.

Como Deus é firme em suas promessas, depois do pecado original, o Homem é destituído de sua vida eterna (a morte prometida por Deus). Não é a toa que a Palavra nos diz que o salário do pecado é a morte, pois, em algum nível ele causa a morte de um sonho de Deus para as nossas vidas.

Tão terrível quanto a conseqüência do pecado original, são as conseqüências de nossos pecados. O problema é que o pecado nos afasta de Deus e afastados de Deus estamos mais sujeitos a pecar. Assim, acabamos caindo em um ciclo de pecado e afastamento de Deus! Os pecados vão se acumulando e uma barreira é construída diante de nós - uma barreira tão alta que não somos mais capazes de transpor com nossa própria força.

Mas Deus, em sua infinita misericórdia, resolve estender os braços ao Homem, quebrando a barreira e abrindo passagem para que retornemos até Ele. Através de Jesus Cristo, Deus, que se fez homem como nós, nos mostra que uma vida de oração e entrega nos afastam do pecado, criando um ciclo novo, não de afastamento, mas de comunhão com Deus. Além disso, a morte e ressurreição de Cristo compram nosso perdão, fazendo com que os pecados acumulados pela humanidade nos sejam perdoados.

Irmãos, não devemos lamentar que tenhamos nos afastado de Deus, nem tampouco acusá-lo de ter se afastado de nós, a salvação nos foi ofertada na cruz, temos de tomar posse e lutar todos os dias de nossa vida contra as serpentes que se colocam em nosso caminho! Peçamos sempre que o sangue de Jesus venha nos salvar e livrar do pecado. Afinal, “ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas.” Is 53.5.

A porta é estreita e o caminho é árduo, mas a recompensa é divina!

Gustavo Elias Lang

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